Edição 30 | 12 de maio de 2010  
 
 

Resultados do 1º trimestre

Nesta sexta-feira, 14/5, após o fechamento do mercado, a Fibria divulga seus resultados financeiros e operacionais do primeiro trimestre de 2010. A teleconferência em português para discussão dos resultados será na segunda feira, dia 17/5, às 14 horas. Veja como participar aqui.

Compromisso ambiental

A Fibria aderiu ao projeto Forest Footprint Disclosure (FFD), da ONG britânica Global Canopy Programme, que avalia a “pegada florestal” de empresas – ou quanto suas atividades provocam desmatamento. Ao usar madeira exclusivamente de plantios florestais renováveis, preservando as matas nativas, a empresa foi reconhecida pelo seu comprometimento com o uso de matéria-prima 100% certificada. O primeiro relatório da FFD, divulgado em fevereiro, teve a Fibria entre as 35 empresas que responderam ao questionário, sendo a única do setor de celulose e papel pelo Brasil. O relatório pode ser encontrado no endereço www.forestdisclosure.com.

Emissões de carbono e uso da água

A Fibria participa de outras duas iniciativas internacionais para aprimorar a qualidade ambiental de suas operações. A empresa tornou-se membro da Water Footprint Network (WFN), organização internacional sem fins lucrativos que fomenta as boas práticas de gestão estratégica e o uso racional da água. A partir deste ano a Fibria passou a seguir as recomendações da WFN com relação a sua pegada hídrica, ou seja, o uso da água em toda a sua cadeia de valor. Já o Carbon Footprint, ou “pegada de carbono”, certificação obtida em 2009, após o inventário das emissões de carbono em 2008 nas Unidades Jacareí (SP) e Aracruz (ES), demonstrou que a empresa sequestrou 15.867.205 toneladas de carbono em suas áreas florestais, realizando um balanço positivo de 3,55 toneladas de carbono sequestradas para cada 1 tonelada emitida em suas atividades florestais, industriais e de logística. Ainda em 2010, a empresa vai incluir a Unidade Três Lagoas (MS) no inventário de carbono.

Professores avaliam programa do NEA

Educadores de Capão do Leão (RS) analisaram o Programa de Educação Ambiental e Relacionamento com a Comunidade (Pearc) da Fibria. Durante o encontro, realizado em 4/5 com representantes de 7 das 14 escolas que integram o programa, professores e equipe do Núcleo de Educação Ambiental (NEA) da empresa discutiram as ações promovidas desde 2007 na região. A partir de agora, as escolas serão corresponsáveis pelas atividades, antes coordenadas somente pela Fibria.

Mostra audiovisual

A primeira Mostra de Fotografia e Curta-Metragem de Caçapava, em 11/5, marcou a comemoração de um ano do Programa Ponto de Encontro. Os 30 alunos do curso de audiovisual apresentaram seus trabalhos de foto e vídeo na Igreja Nossa Senhora D'Ajuda, em Caçapava Velha (SP). O programa foi desenvolvido pelo Grupo de Assistência ao Menor Trabalhador (Gamt), que oferece a jovens da região cursos de grafite, percussão e audiovisual, com o apoio da Fibria.

Voluntários ministram palestras

Profissionais da Fibria realizaram em 27/4 o Ciclo de Palestras Conhecendo as Profissões. Os palestrantes dividiram experiências sobre sua formação com 60 alunos do ensino médio estadual, no Núcleo de Educação Ambiental (NEA) da Fibria em Jacareí (SP). Duas professoras que acompanharam as palestras darão continuidade, em sala de aula, à reflexão dos jovens sobre a escolha da carreira.

Incentivo às letras

O Centro Cultural Araçá, no município de São Mateus (ES), promoveu entre 27 e 29/4 ações em comemoração ao Dia Nacional do Livro Infantil (18/4). Mais de 400 crianças e jovens da instituição participaram de bate-papo com historiadores da região e assistiram a apresentação teatral e narração de histórias. A Fibria apoia a entidade desde 1994, contribuindo com sua manutenção, aquisição de equipamentos e funcionamento de oficinas socioeducativas. Em 2010, o projeto passou a ser apoiado pelo Instituto Votorantim.

Você sabia...

...que um importante estímulo ao desenvolvimento florestal no Brasil foi a aprovação, em 1966, da legislação de incentivos fiscais? A Lei nº 5.106 possibilitou às empresas deduzir até 50% do valor do Imposto de Renda devido para aplicar em projetos de reflorestamento. Dez anos depois de sua aprovação, o Brasil tornou-se um dos quatro países que mais plantaram árvores no mundo. Em 1987, o governo extinguiu o benefício.
Fonte:
A celulose de eucalipto – uma oportunidade brasileira, de Luiz Roberto de Souza Queiroz e Luiz Ernesto George Barrichelo.

 
 
   
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